Participação nos resultados

    A modernização das relações capital-trabalho é fator decisivo na equação da competitividade. Esta exigência crucial desafia as empresas a produzirem bens e serviços melhores, mais baratos e mais rÔpidos do que seus concorrentes.
    Os sistemas contemporâneos de gestão deslocam a importância dada no passado ao salÔrio fixo e à concessão de benefícios para ganhos variÔveis na remuneração dos empregados, como forma de estimulÔ-los a um maior comprometimento com o desempenho da empresa.
    Os modelos prÔticos adotados variam da divisão (fixa ou variÔvel) de parte dos lucros ou resultados, até a distribuição de ações da empresa com aqueles que contribuíram para os resultados.
Ā Ā Ā  A adoção da “gerĆŖncia de desempenho” tem permitido construir uma Ć©tica do trabalho, em oposição Ć  “lei de Gerson”, oferecendo um amplo leque de possibilidades no estabelecimento de relaƧƵes de trabalho mais autĆ“nomas e produtivas, que proporcionam ganhos para a empresa, para os empregados e para os clientes. Tem sido tambĆ©m fator de atração e permanĆŖncia de bons profissionais.
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    Além da exigência do desenvolvimento de instrumentos e sistemÔtica de medição e apuração dos resultados e dos lucros, avaliação individual ou de equipe, planejamento e metas claras, mobilização e comunicação entre as pessoas e equipes, e critérios transparentes de distribuição, a gerência de desempenho coloca desafios para empregados (substituir a prÔtica da reivindicação de salÔrios e benefícios por uma postura empreendedora e negociadora) e empregadores (não ver a participação como compensação para salÔrios baixos).
    A participação nos lucros e resultados estimula a construção de uma ética do trabalho que proporciona ganhos para empresas, empregados e clientes.